segunda-feira, 13 de setembro de 2010

NOS MEANDROS ESQUIZOFRENIA VISÃO ESPIRITUAL

A Esquizofrenia é um disturbio que envolve varias psicopatias e disfunções de indole mental que podem interligar-se.

Nas suas formas encontramos uma ruptura da orla psiquica, ou seja apresentações de distonias das funções inerentes ao psiquismo, que intuiem a distorção de persinalidade e a perda do sentido real adjacente da vida normalizada.

No entanto existem também fatores que são transmitidos pela sucessão remanescente dum preterito de antecedentes vivenciais, aquilo que são as enfermidades viroticas e seus efeitos psicossociais, sócio-economicos, afetivos e traumaticos marcantes.

Nesta ambivalência o enfermo mergulha numa coexistência alienatória, procurando nela viver sua libertação de ilusão conscia de complexo culporio, que lhe vai tomando o rumo comportamental numa dimensão só sua e fora do ambito real , digamos, isola-se num mundo muito seu , abstrato ao teor de envolvência que gerou a sua convivência, fecha-se no seu casulo consciencial, que não o da realidade.

Em tempos remotos, o trato com estes enfermos era aterrorizador em vez de apaziguador, considerados “loucos e perigosos” eram colocados em camisas de forças, isolavam-os em celas , tal qual de prisioneiros se tratasse, o uso de chouqes eletricos e por vezes violência,eram os meios usados para incutir o medo , forma de facilitar o trato com os mais excitados, enfim entoação à intimidação , que apenas iria realçar maior revolta no interior da mente atingida por esta terapia rudimentar , que no fundo reduzia-se ao destituir por falta de conhecimento, de vidas , que muito poderiam ainda alimentar de evolução e apenas ficariam na inercia do tempo em sofrimento. Claro que nada existe ao acaso e a Lei de causa e efeito nos presenteia em todos momentos com oportunidades de crescimento da alma, claro que na ordem de valores existirá sempre um sentido de renovação nestes episodios , mas que o tempo permitiram vir a ser também pela sumula do tempo , caminhos para aprendizado no culto da evolução de defesa e terapia em favor da doença.

Os tempos pela marca da reencarnação foram trazendo novas , através dos fenomenos de Jung e apoiados nas teorias de Freud, Blender Broca , Bleuler e outros.

Freud traz a psicanalise e Jung a psicologia analitica , uma inovação enorme para a complexibilidade da enfermidade, mas que apesar diferirem na analise projecionista, tem um cunho de grande evolução;

Carl Gustav Jung o qual se distingue da psicanálise iniciada por Freud, por uma noção mais alargada da libido e pela introdução do conceito de inconsciente coletivo.

“Diferentemente de Freud, Jung via o inconsciente não apenas como um repositório das memórias e das pulsões reprimidas, mas também como um sistema passado de geração em geração, vivo em constante atividade, contendo todo o esquecido e também neoformações criativas organizadas segundo funções coletivas e herdadas. O inconsciente coletivo que propõe não é, apesar das incessantes incompreensões de seus críticos, composto por memórias herdadas, mas sim por pré-disposições funcionais de organização do psiquismo.”

Esta evolução afirma-se pela ligação que Jung colocava aos fenomenos espirituais, os quais Feud como ateu, não partilhava, mas fica o registro de que os Hospicios deixaram de existir para “ loucos” mas para doentes com personalidades complexas a necessitar de analise e estudo permanente, tendo a complexibilidade de atendimento e terapia melhorado .

As alternativas alteraram de tal forma que inclusive, a presença em casa com a Familia em determinadas fases do restabelecimento se realizavam, para com isso criar o elo emocional de aproximidade, incentivando dessa forma o próprio doente dando-lhe confiança. Claro que cada caso é um caso, mas no geral do processo a terapia de grupo tem sempre um forte componente de empenhamento maior e um cariz de emoção que se faz sentir como tonico recuperador.

“E a pedagogia de aproximação, se tornou um barometro de grandeza maior, tal qual através do dialogo que temos em doutrinação nos trabalhos espirituais.” Eles necessitam de doutinação, dialogo, amor, atenção e auto-confiança”, lembro o “ conhece-te a ti mesmo”.

O reflexo dos fantasmas, da melancolia, do medo e revolta, não se curam com hostilidade mas com a voz da tolerância , amor e da renuncia, porque não existe espirito à face da terra e na erraticidade que não precise disso!?(estando ao mesmo nivel).

O transtorno esquizofrenico, a alienação mental e distorção da realidade traz nestes Seres vinculos de transitoridade revoltosos, porque não conseguem assimilar com fluidez as emoções, os sentimentos, fechando-se no seu mundo que é preciso abrir, porém muito desse espaço consciencial é tomado pela obsessão multifacetada e abre-se pelo vacuo do inconsciente através de ideoplastias constantes que necessitam de ser tomadas em conta e com plena relevância, um exame analitico, não resolve, ele carece de um acompanhamento psicoterapeutico e espiritual, tudo orque como sabemos ele já é uma disfunção do espirito , visto ser o nucleo da doença, porém é necessario tratar do perispirito por ser ele o responsavel por a distonia organica e psiquica , a qual acompanhada com influência perniciosa de espiritos de menor indole requerendo constante envolvência fluidica benfeitora de forma a toldar o seu pensamento com boas vibrações, a fluidoterapia tem aí o seu papel importante.

Quando falamos em adolescentes forma-se uma reformulação da sintomologia, mas identificando-se pela associação ao medo , preocupação em demasia com o corpo, obsessões bem vincadas pela marca de fragilidades enormes de conduta , e envolvendo os próprios familiares nessa teia de reajuste (Hiponcondria), demasiado apego aos ditames da doença, basta um simples adormecimento do dedo para se mostrar completamente desiquilibrados, outros fatores que se ajustam as estes casos, vinculação a estupefacientes e alcool recriam a delusão( falsa crença), perda de lucidez, aprisionamento a conflitos conscienciais e a caustificação dos mesmos pela ideoplastia do terror, que faz empedrenir o coração e manifestar a violência no cerne do coração.

Aqui é a reeducação no foro moral que se torna implacavel à na formula da provação compulsoria.

Hoje os meios são mais generosos fruto do estudo constante e da evolução humana,

o desenvolvimento de várias medicações e intervenções psico-sociais tem melhorado muito a perspectiva de pacientes com esquizofrenia. Os antipsicóticos já controlam os sintomas do transtorno sem causar tantos efeitos adversos estigmatizantes. Orientação e outras intervenções psico-sociais podem ajudar os pacientes e seus familiares a aprenderem a controlar o transtorno mais efetivamente, reduzir a perturbação social e ocupacional, melhorarando a reintegração social de pessoas com esquizofrenia.
Estes são os três componentes principais do tratamento da esquizofrenia:

  • Medicamentos para aliviar os sintomas e prevenir recaídas;
  • Educação e intervenções psico-sociais para ajudar os pacientes e seus familiares a solucionar problemas, lidar com o estresse, enfrentar a doença e suas complicações, e ajudar a prevenir recaídas;
  • Reabilitação social para ajudar os pacientes a se reintegrarem na comunidade recuperando a atividade educacional ou ocupacional.

Os médicos devem respeitar os princípios descritos na Declaração da World Psychiatric Association de Madrid, publicada em 1996, “que salientou a importância de se manter a par dos desenvolvimentos científicos, transmitindo informações atualizadas e aceitando o paciente como um parceiro no processo terapêutico”. Também é importante que as várias técnicas de tratamento sejam oferecidas de uma forma integrada, por exemplo, usando os princípios de equipes de tratamento (Kanter 1989). Isso garante que todos os esforços estejam focalizados sobre as mesmas metas e que o paciente e seus familiares identifiquem uma linha terapêutica comum nos planos de tratamento. Finalmente, os médicos devem incentivar seus pacientes e familiares a participarem de grupos de apoio, que podem fornecer ajuda e orientações valiosas para enfrentar melhor a doença.
Educação em termos práticos nas intervenções psico-sociais tem de ter como sentido reduzir sintomas positivos e negativos, melhorar a aderência ao tratamento, prevenir recaídas, melhorar as habilidades sociais e de comunicação. A intervenção psico-social é o complemento ideal para as terapias medicamentosas.
Os problemas enfrentados por pessoas com esquizofrenia são sociais, emocionais, pessoais, clínicos e de discriminação.

Não adianta rigorosas técnicas médicas e de reabilitação social, sem medicação combinada e reabilitação, daí no complio social poder ser revitalizado no aproveitamento à espiritualidade pelo estigma da auto - estima, do apoio moral e da energia recuperativa perispiritual pela transfusão fluidica reforçando o fulcro ativo dos medicamentos utilizados e pela água fluidificada e pela força da fé fervorosa e desanuviamento pela prece consoladora, forças maiores que adestradas à vontade são um solvente expressivo para a vida destes Irmãos ser de maior qualidade.

Bibliografia

World Psychiatric Association Section of Old Age Psychiatry Consensus Statement on Ethics and Capacity in older people with mental disorders” http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol37/n4/169.htm

European Dementia Consensus Network Consensus Statements. Disponível em: http://edcon-dementia.net/en/consensusoverview.php. Acesso em: 30 jun 2010.

“ Autismo “ Uma Leitura Espiritual” Herminio Miranda

Wikipedia

Livro Dos Mediuns de Allan Kardec

“Memorias de um suicida “por YVONNE A. PEREIRA

Victor Passos


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